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Batismos em Sacavém

O quinquénio (2012-2017): “Chamado para Servir” foi fechado com chave de ouro.

No passado dia 22 de Abril de 2017, 7 neófitos (Letícia, Marcos, Ricardina, Maria Antónia, Idácio, Davidson e Máximo da Conceição), selaram o seu compromisso com Cristo, descendo às águas batismais e o jovem Valdo foi recebido por profissão de fé.

Depois de, no mês de Novembro de 2016, termos assistido ao batismo de 9 candidatos, mais uma vez, a Igreja de Sacavém vibrou e rejubilou com estes batismos, que nos trouxeram muita alegria. Rogamos a Deus que este exemplo seja um incentivo para todos aqueles que se levantaram após o apelo mas que ainda estão no vale da indecisão.

É de ressaltar que, durante este quinquénio, a Igreja de Sacavém, pela graça infinita de Jesus, pela mão do seu Pastor Enoque Nunes e envolvimento do obreiro Bíblico jubilado, Eurico Vidro, foram muitas as pessoas que se juntaram à Igreja, quer através do batismo quer por profissão de fé. Outras tantas continuam a estudar a Bíblia na classe permanente de estudo, ou através do estudo da Bíblia nos lares, com o envolvimento dos anciãos, irmãos e jovens no trabalho evangelístico sistemático, seguindo o modelo de Jesus.

O crescimento de 83% desta igreja ao longo deste quinquénio leva-nos para novos desafios: as atuais instalações da IASD de Sacavém tornaram-se exíguas para o funcionamento normal das atividades da Igreja, devido ao seu número de membros e visitas.

As atuais instalações localizam-se num dos bairros mais problemáticos do Distrito de Lisboa, a urbanização Terraços da Ponte, a que muitos continuam a chamar Quinta do Mocho, em Loures. Esta área é habitada por cerca de 3.500 pessoas, a maioria oriunda de países africanos; um terço dos moradores da Quinta do Mocho é de nacionalidade angolana, mas há também neste bairro moradores originários de São Tomé, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e famílias provenientes da Europa do Leste.

«Os conflitos sociais devem-se, sobretudo, ao baixo nível cultural de educação, aos elevados níveis de desemprego, aos problemas de inclusão, à grande comunidade imigrante proveniente dos PALOP, à imigração nacional que sai dos campos para as cidades e à imigração de Leste»

Fonte da Câmara Municipal de Loures

Pelo exposto, urge construir um centro educacional onde se possam oferecer serviços que promovam o desenvolvimento das faculdades físicas, mentais e espirituais.

Antes de lançarmos a primeira pedra convidamos aqueles que nos leem a juntarem-se a nós, intercedendo junto do trono de Deus para que o Senhor possa conceder-nos meios para que este projeto possa avançar.  

Que o nome do Senhor nosso Deus seja louvado, porque todo o mérito é para o Espírito Santo, que tem tocado e conquistado os corações destas almas para Jesus.

Ad7 Notícias | Eurico Vidro - Obreiro Jubilado, 1º Ancião